quinta-feira, 28 de abril de 2011

Amor (Minha 2ª poesia)

Quero um amor
Um grande amor
Que seja eterno
Que dure para sempre
Quero que esse meu amor
Venha de você
Será que pode me dar
Todo amor que espero?
(escrita em 18-08-1997)

terça-feira, 26 de abril de 2011

Poema Mnemônico



Ficou dificil sem você
Amanhecer e não te ter
Brincar e não sorrir
Iludir e não curtir
O amor chegou e se instalou
Encontros e desencontros
Ligações desfeitas
Amargos dias
Incapazes de sorrir
Negando um amor
Encontrado em uma esquina

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Só Você


Não quero meias verdades
Nem mentiras sinceras
Quero seu corpo no meu
Quero seu calor junto ao meu
Quero sua boca percorrendo meu corpo
Quero sempre
E cada vez mais
Não quero duvidas
Nem quero certezas absolutas
Quero um amor sincero
Um beijo quente
Um abraço protetor
Sou sua
Como nunca fui de ninguem
O que importa isso?
Ou quanto importa isso?
Quero você e só você

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Apocalipse


Pra onde caminha o mundo?
Pra onde caminha a humanidade?
Parece cliche
Mais uma voz que não quer se calar
Mais um coração aflito
Mais uma mente questionativa
Sem tergiversações
Estamos mesmo perto do fim?
Seria mesmo o Apocalipse?
Quando criança achava que era só um capitulo feio da biblia
Gostava mais das historinhas
Principalmente como minha mãe me contava
Meus contos de fadas
Sem bruxas más
Ou lobos que comem criancinhas
É preciso acreditar
Dizem
Mas no que acreditar?

domingo, 3 de abril de 2011

Escolhas

Um emanharado de emoções
Erros e acertos
Caminhos tortuosos
As vezes se quer uma aminésia
Pra não lembrar que certas escolhas são crueis
Consequencias são pra sempre
Sejam boas ou ruins
Certas escolhas caminham ao seu lado por toda a vida
E isso é uma grande alegria
E tambem uma grande responsabilidade
Afinal:
"Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas"
O que tens cativado?
Como tem cuidado disso?
O quanto eu tenho te cativado?
E o quanto eu tenho me dedicado a ti?
Tenho feito as escolhas certas?
Tenho cumprido a minha missão?
Eternas perguntas sem respostas...